Vocacional Oblata: Janeiro 2017

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

82 anos da Chegada das Irmãs Oblatas no Brasil

Celebramos neste dia 31 de janeiro, com muita alegria os 82 anos de presença da Congregação das Irmãs Oblatas do Santíssimo Redentor no Brasil. Uma história de doação e entrega, onde muitas jovens e mulheres tiveram suas vidas tocadas pelo amor misericordioso de Jesus Redentor.

Compartilhamos com você, um cordel feito pela jovem Lucinéia, uma leiga Oblata, que com muito carinho, celebra e homenageia nossa Congregação por mais um ano de Carisma, missão e trabalhos em terras brasileiras.




























Conheça mais da história das Irmãs Oblatas, clicando aqui.


quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Construa com sabedoria - Vamos Refletir

Um velho carpinteiro estava pronto para se aposentar. Ele informou ao chefe seu desejo de sair da indústria de construção e passar mais tempo com sua família. Ele ainda disse que sentiria falta do salário, mas realmente queria se aposentar.

A empresa não seria muito afetada pela saída do carpinteiro, mas o chefe estava bem triste em ver um bom funcionário partindo e ele pediu ao carpinteiro para trabalhar em mais um projeto como um favor. O carpinteiro concordou mas era fácil ver que ele não estava entusiasmado com a ideia. Ele prosseguiu fazendo um trabalho de segunda qualidade e usando materiais inadequados. 

Foi uma maneira negativa dele terminar sua carreira. Quando o carpinteiro acabou, o chefe veio fazer a inspeção da casa. E depois ele deu a chave da casa para o carpinteiro e disse: "Essa é sua casa. Ela é o meu presente para você".

O carpinteiro ficou muito surpreso. Que pena! Se ele soubesse que ele estava construindo sua própria casa, ele teria feito diferente.

O mesmo acontece conosco. Nós construímos nossa vida, um dia de cada vez e muitas vezes fazendo menos que o melhor possível na construção. 

Depois com surpresa, nós descobrimos que nós precisamos viver na casa que nós construímos. Se nós pudéssemos fazer tudo de novo, faríamos tudo diferente. Mas não podemos voltar atrás.

Você é o carpinteiro. Todo dia você martela pregos, ajusta tábuas e constrói paredes. Alguém  disse que "A vida é um projeto que você mesmo constrói". Suas atitudes e escolhas de hoje estão construindo a "casa" que você vai morar amanhã.

Construa com sabedoria!

Autor desconhecido.

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Planejar a Vida, uma questão de escolha - Espaços de Vida

Nem sempre os jovens desenvolvem a capacidade de se organizarem, tanto no tempo como nos seus espaços de vida. Arrumar o material escolar, os documentos pessoais, arrumar o quarto, arrumar o próprio tempo. Estamos falando de organização e não apenas  de colocar as coisas em ordem. Pois a ordem depende apenas de disciplina, enquanto a organização, além da disciplina, exige a capacidade de saber priorizar o que é importante. Para isso, a pessoa, o jovem, precisa conhecer-se, descobrir o seu jeito e a sua melhor forma de organizar-se.

Toda organização exige esforço e trabalho. É preciso fazer coisas e escolher formas de melhor fazer essas coisas. Por exemplo, para manter o quarto arrumado, é preciso mantê-lo organizado. Arrumar quando tudo está bagunçado dá muito mais trabalho e corre o risco de desanimar. Assim, também com a vida é preciso organizar o próprio desinteresse, muitas vezes, do jovem por suas coisas e suas escolhas. 


O planejamento e a organização são aprendizados que vamos fazendo durante a vida. Será mais fácil se tivermos objetivos e metas claras, ou seja, se soubermos aonde queremos chegar. Se temos o objetivo, é mais fácil escolher o método, ou seja o caminho a seguir.

 Rui Antônio de Souza, da equipe da redação do jornal Mundo Jovem
Fonte: Revista Aparecida - janeiro 2016

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Planejar a Vida, uma questão de escolha - Projeto de Vida

Vamos combinar algumas coisas para o ano que se inicia?
Vamos cultivar uma nova sintonia com a nossa própria história, convivendo e saboreando tudo que a vida nos oferece todos os dias, ainda que haja fatos desagradáveis e injustiças, mas que nos fazem crescer  com a vida? Vamos começar o ano lembrando algumas tarefas significativas que podem ser essa ponte da nossa história de vida como novas possibilidades que serão boas  para todas e todos?

É nesse contexto que vemos a importância e a necessidade de um projeto de vida. Planejar o presente e o futuro para atender aos apelos de nossos desejos mais profundos e às necessidades mais urgentes, tanto pessoais como sociais. No entanto, para que isso aconteça, é preciso encontrar, nas correrias da vida, um momento de refletir, analisar e decidir se quero realmente andar na contramão, com posturas diferenciadas em uma sociedade tão competitiva e consumista.

À decisão, segue o momento de escrever a própria história, para tê-la em suas próprias mãos. Descrever: onde e como estou? Quais são os meus sonhos (pessoais, sociais, familiares, escolares, profissionais...)? Quais as decisões e ações efetivas para que esses sonhos se concretizem? Onde e como devo atuar  no cotidiano? É um momento de olhar o caminho, de clarear o processo a ser feito, em vista de uma missão que propõe a doação da vida em prol não só da sua felicidade plena, mas também da comunidade e da sociedade.
O projeto de vida só será eficaz se for revisto de tempos em tempos, revisitado sempre que a vida passar por mudanças e, se necessário, ser elaborado levando em consideração o contexto vivido. O projeto de vida pode ser feito da maneira que achar melhor, sendo criativo e simples, ao mesmo tempo, da forma como o coração mandar.

Muitos ventos tentarão levá-lo para outros destinos, como a superficialidade, o consumo enraizado que nos faz colocar na balança os valores de nossa existência, a falta de tempo e a dificuldade de ter prioridades, a falta de horizontes, a ausência de espaços para atuar e fazer acontecer o nosso projeto. Mas vale muito apena ultrapassar essas dificuldades para desenhar o futuro que queremos para nós e para as próximas gerações.

Texto com adaptações.
 Rui Antônio de Souza, da equipe da redação do jornal Mundo Jovem
Fonte: Revista Aparecida - janeiro 2016

sábado, 7 de janeiro de 2017

Somos Batizados no Batismo de Jesus.

Era assim o batismo que praticava João Batista no tempo de Jesus e é assim o batismo se repete em muitas denominações pentecostais. O rito manifestava apenas a adesão ou a conversão de uma pessoas às palavras do pregador. Não significava nenhuma graça especial. Por isso, é repetido  tantas vezes quantas forem as conversões ou os pregadores.

Você já notou que em muitos batistérios existe a representação do Batismo de Jesus? Isso porque o Batismo provocou uma mudança substancial no rito do batismo. Conforme narram os Evangelistas, quando Jesus saiu ao encontro de João Batista e solicitou-lhe o Batismo, algo diferente aconteceu. João inicialmente se recusou a batizá-lo, mas depois obedeceu e cumpriu o rito tradicional. No entanto, enquanto cumpria o rito, ocorreu algo surpreendente. Manifestou-se a presença de Deus pai e do Espírito Santo e uma voz declarou: "Este é meu Filho querido, nele coloquei todo meu amor". A partir desse momento, o batismo adquire uma nova significação: já não será apenas um ato de conversão humana, mas transforma-se num sacramento de adoção divina. Deixa de ser apenas, um ato humano e transforma-se em sinal eficaz de um dom divino, comunicado gratuitamente ao homem, que o marca de forma indelével  como filho e filha de Deus. Pelo rito da água, o Espírito Santo penetra o ser humano e repete-se  a voz do pai a cada batizando: "Você é meu filho querido, minha filha querida, em você eu coloco todo o meu amor".

O Batismo da Igreja Católica é um sacramento  que atualiza o Batismo de Jesus e não o batismo de João Batista. Somos batizados no Batismo de Jesus, ou seja, somos integrados como membro do seu Corpo ressuscitado, de tal modo que o Pai sempre nos vê inseridos em seu Filho único e não pode ser repetido. Uma vez adotados por Deus Pai como filhos, nós o seremos para sempre, como bons ou maus filhos, mas sempre filhos. E Ele jamais se cansará de nos amar, de nos esperar quando estamos longe dele, de nos perdoar quando voltamos e de nos abraçar com alegria como seus filhos queridos.

Pe. José Ulysses da Silva, C.Ss.R
Fonte: Revista de Aparecida - janeiro 2016