Vocacional Oblata: Outubro 2016

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Encontro das Irmãs Oblatas com o Papa em Roma

Os conselhos provinciais das 3 províncias das Irmãs Oblatas do Santíssimo Redentor, estão reunidas em Conselho Ampliado que acontece de 19 de outubro a 2 de novembro em Roma.

O encontro com o Papa Francisco aconteceu durante a Audiência Geral no último dia 26 de outubro, na praça de São Pedro no Vaticano.

Francisco reconheceu as Irmãs de Buenos Aires, destacando o trabalho de nossa Congregação, e elogiou a missão das Irmãs Oblatas dizendo “Fazem um grande Trabalho”.

Além disso,  brincou e esteve muito próximo das Irmãs, que o presentearam com um quadro explicativo da missão e de nossa Madre Fundadora, Antonia da Misericórdia.

Foi um dia de agradecimento e comunhão com todo o povo de Deus.


Abaixo várias fotos deste momento.









sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Novena de Madre Antonia - 7º Dia

7º Dia
“Mediante a comunhão com o sacrifício Redentor de Cristo, toda a nossa vida está consagrada ao mistério da salvação em qualquer trabalho ou missão que nos enviem. Em todas as etapas da vida temos a responsabilidade de nos comprometer ativamente em ser um sinal de Jesus nas pequenas coisas do cotidiano: na família, na Igreja, no trabalho, na Congregação, no mundo. Diariamente encontramos pequenas ou grandes cruzes que nos custa assumir e Madre Antonia nos fala: 

“O que acontecerá? O que Deus quiser. 
Ele sabe por que o faz e isso basta”.

 

terça-feira, 25 de outubro de 2016

O Mestre chama... Qual será nossa resposta?

Em nossa Igreja, a Liturgia celebra vários momentos da história de Jesus que nos convida a refletir e trazer para o nosso cotidiano. E hoje vamos refletir o chamado de Jesus para que O sigamos, tal como lemos no Evangelho de Lucas (ver 14,25-33).

O texto começa com Jesus diante de uma grande multidão. Ele parece estar preocupado, pois essas pessoas ainda  não entenderam aquilo que Ele quer anunciar: a multidão só quer que Ele faça milagres, mas quase ninguém quer ser como Jesus.

Essa atitude da multidão é comum em nossas comunidades. Pense nas reuniões, pense nas orações que fazemos. Costumamos pedir, pedir e pedir... Queremos que Jesus cure uma doença, queremos que Ele alivie o sofrimento de tal pessoa, queremos que Ele cuide da nossa família... Normalmente, pedimos milagres, assim como fazia a multidão que cercava Nosso Senhor Jesus Cristo.

Quando Jesus percebe que nós estamos assim, Ele chama a nossa atenção: "Quem não carrega sua cruz e não caminha atrás de mim, não pode ser meu discípulo". Quando nos fala desse modo, Ele quer nos dizer algo muito importante: poderemos até pedir milagres, mas nunca poderemos deixar de pedir os dons do Espírito, para que cada um de nós e toda a comunidade sejamos transformados pelo Amor Divino. Esse é o segredo!

Imagine como nossas orações seriam diferentes se ouvíssemos esse desafio de Jesus e se em cada oração que fizéssemos nos comprometêssemos a ajudar, a fim de que o milagre aconteça. Se aprendermos isso, todas as vezes que quisermos que Jesus cure uma pessoa, vamos pedir o seu auxílio para ajudar o doente a se recuperar - nem que seja apenas lhe fazendo companhia. Sempre que quisermos que Jesus alivie o sofrimento de alguém, vamos pedir a sua ajuda para que possamos levar a paz, o amor e a alegria a essa pessoa. Em uma palavra, todas as vezes que quisermos um milagre, peçamos a força do Espírito para que cada um de nós colabore com Deus e o milagre aconteça.

Por isso, convido cada um a pensar num pedido a Deus. Escolha aquilo que está mexendo com o seu coração hoje. Veja qual é o milagre que você gostaria que Jesus realizasse. Depois peça os dons do Espírito Santo para que você colabore com Deus na realização desse milagre.

Pe. André Bressane de Oliveira, SJ
Fonte: Revista Mensageiro do Coração de Jesus.

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

85 anos de presença Oblata no Uruguai.

Hoje com alegria e gratidão louvamos a Deus pelos 85 anos de presença Oblata no Uruguai.

Pouco a pouco a comunidade Oblata em Uruguai construiu uma história de acolhida, carinho e dedicação à missão Redentora. 

Nosso Carinho e Felicitação!





Novena de Madre Antonia - 6º Dia

6º Dia
“O Santíssimo Sacramento que perpetua a presença de Cristo entre a humanidade é vínculo operante de amor de uma união fraterna. O amor à pessoa de Jesus Cristo leva-nos a procurar tempo para uma amizade intima com Ele” (Const. Nº 51). Madre Antonia nos exorta: 

“Quanto mais conhecemos a Deus, tanto mais o amamos”.

 


terça-feira, 18 de outubro de 2016

Nossa Missão

Jesus, nosso modelo e Mestre, viveu um projeto alicerçado em dois pilares centrais: 1) a vontade do Pai, sempre, em qualquer momento e circunstancia;2) a missão que o Pai lhe confiara, o Reino.
Sobre esses dois fundamentos solidíssimos, inabaláveis, banhados de eternidade, Jesus construiu toda a sua vida, o Evangelho, seu projeto redentor.

Com essas duas certezas-chave norteando seus passos, o Mestre "passou pelo mundo fazendo o bem". Sereno e forte, impávido e criativo, porque ancorado nos desígnios do Pai, porque totalmente absorvido pelas exigências do Reino, da sua missão.

Séculos transcorreram . E a mensagem messiânica -  caminho, verdade e vida -  não envelheceu, não perdeu força, solidez, validade, repercussão das almas. O que vem de Deus resiste ao desgaste do tempo.

E a gente se interroga: qual é o projeto de Jesus para conosco? Simples e claro como o sorriso de uma criança: que eu, discípulo, siga seus passos, humilde e generosamente: 1) lutando incansavelmente pelo Reino; 2) bebendo do seu cálice missionário que tem Tabor e Calvário; 3) partilhando da mesa eucarística, hoje, para conhecer a glória da ressurreição definitiva, amanhã.

Programa simples, mas não tão luminoso, abrangente: buscando a vontade do Pai e vivendo a missão que Jesus me confia, dou sentido máximo ao meu existir peregrino. As mínimas tarefas se fazem grandes. Um copo de água doado a um pobre se faz imenso, abençoado. E um perdão difícil, recebido ou ofertado, repercute na eternidade.

Ser cristão é direcionar nossa existência para Deus, que encontrarmos no irmão de caminhada.Viver o Evangelho é conferir um sentido fundamental ao nosso cotidiano, levando também um significado profundo ao existir dos outros.

Ser cristão é investir o melhor de mim mesmo - intelecto, vontade e coração - no crescimento e na difusão do Reino. Olhos fixos do Pai e pés plantados no chão da realidade. Quando um grande ideal nos empolga e seduz, os horizontes se alargam, as perspectivas se alaram e a gente não perde tempo em coisas insignificantes, em ninharias ridículas, passageiras. Missão assumida, serenidade interior conquistada.

O empreendimentos duradouros exigem um preço, sempre: esforço diário, vontade de acertar, organização, disciplina, objetivos definidos, fidelidade até o fim. Quem lê e relê o Evangelho, a vida e a obra messiânica de Cristo, está no caminho certo e aprofunda a vivência de sua missão.

Pe. Roque Schinneider,SJ
Fonte: Revista Mensageiro do Coração de Jesus

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Novena de Madre Antonia - 5º Dia

5º Dia
“A experiência de Deus na oração reveste toda a nossa vida e se expressa na atitude de fé, diante dos acontecimentos na entrega à serviço da missão. Que possamos reconhecer o valor do silêncio como clima de uma vida de oração autêntica” (Const. Nº 57). Madre Antonia, fez essa experiência de fé e nos incentiva a estar a sós com o Redentor e: 

“Paz com Deus, com o próximo e consigo mesma,
 assegurando assim a felicidade neste mundo e no outro”.

 


sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Novena de Madre Antonia - 4º Dia

4º Dia
“Na Eucaristia centro da Vida Oblata renovamos diariamente com Cristo nossa Oblação ao Pai, pelo compromisso com a vida da mulher e pela luta por uma sociedade mais justa e igualitária. Diante das dificuldades, Madre Antonia nos exorta: 

"Ânimo, ânimo, que Deus não morre!
Sempre o temos e devemos esperar Nele".

 


quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Misericórdia e Missão

Tomo emprestada uma observação do papa Francisco, logo após o lançamento do Ano Santo da Misericórdia. Naquela ocasião, dizia o Pontífice que a palavra misericórdia é formada por outras duas, de origem latina: miseror e corde (miséria e coração). Ou seja, o Jubileu extraordinário da Misericórdia representa um coração que abraça a pobreza e a miséria, especialmente onde a vida se encontra mais ameaçada.

Assim é a atitude divina para com seus filhos e filhas. Deus, nome de pai e coração de mãe, é capaz de abraçar a miséria da condição humana, com todas as suas fraquezas, debilidades e até mesmo  com seus pecados. Com isso, a fragilidade do ser humano reveste-se da graça e do amor divinos para "compor a própria história", como diz a canção de Almir Sater. Porque  - lembra o apóstolo Paulo - "quando sou fraco é então que sou forte" (2Cor 12,10).

Basta um rápido olhar para as páginas do Evangelho para dar-se conta que a prática evangelizadora de Jesus - sua - missão tem com ponto central a compaixão do Pai para com os doentes e os indefesos; os que sofrem e os que são marginalizados; os excluídos, os pequenos e os últimos. Duas ilustrações são suficientes para demonstrá-lo: a parábola do Bom Samaritano (Lc 10,25-37) e a parábola do Filho Pródigo ou, justamente, do Pai Misericordioso, segundo alguns estudiosos (Lc 15,11-32). Ambas chegam até nós por meio de Lucas, o evangelista da misericórdia de Deus. Se, por um lado, no coração da mensagem evangélica está o Reino estão os pobres e abandonados.

O coração compassivo do Pai desdobra-se em obras de misericórdia no ministério público do Filho. Constata-se isso, por exemplo, no chamado programa de Jesus, extraído do profeta Isaías: "O espírito do Senhor está sobre mim, pois ele me consagrou e me enviou para levar aos pobres a Boa Nova, proclamar a liberdade aos prisioneiros e aos cegos a vista; e para libertar os oprimidos e anunciar o ano da graça do Senho" (Lc 4,18-9). Ano da graça que não é outra senão o tempo de festa e de perdão do Jubileu!

O mesmo se pode dizer do resumo sobre as atividades do Mestre, no evangelista Mateus: "Jesus percorria as cidades e povoados, ensinava  nas sinagogas, anunciava o evangelho e curava toda espécie de enfermidade. Ao ver as multidões cansadas e abatidas, como  ovelhas sem pastor, teve compaixão" (Mt 9,35-38). Em síntese, a compaixão e a misericórdia movem o coração do Senhor para com o Povo de Israel, no Antigo Testamento; movem o coração de Jesus pelos caminhos da Galileia, e devem mover a ação pastoral de todo discípulo missionário.

Pe. Alfredo J. Gonçalvez, cs, 
(missionário scalabriniano e vigário geral em Roma.)
Fonte: Boletim informativo SIM –
 Serviço de Informação Missionária 

terça-feira, 4 de outubro de 2016

A força da fé

A Palavra de Deus nos apresenta alguns ensinamentos de Jesus (ver Lc 17,5-10). Estes ensinamentos nos ajudam a entender como fazer para que a Fé seja o motor de nossas vidas.
O texto começa com o pedido dos Apóstolos para que Jesus, chamado de Senhor, aumente a fé deles. Parece que estes discípulos perceberam que não é fácil ser como Jesus. Para viver como Ele é preciso ter muita fé em Deus: é preciso ter na Sua ação misteriosa neste mundo, que faz levantar o caído, que recupera o perdido, que anima o que está abatido.

Diante deste pedido, Jesus parece responder com firmeza: se os discípulos tivessem uma fé do tamanho de um grão de mostarda, poderiam realizar grandes obras. Quando pensamos que a semente de mostarda é pequenininha, estas palavras de Jesus ganham um colorido muito bonito, pois, ainda que o discípulo seja frágil e limitado, a força da fé o capacitará para enfrentar os desafios da vida com esperança e caridade.
Podemos pensar que, apesar muitas dificuldades encontradas ao longo da nossa vida, a missão de amar o próximo, assim como Jesus amou, sempre vale para nós. Em outras palavras , assim como o amor de Deus se expressa no amor ao próximo, a nossa fé em Deus deve ser concretizada no serviço aos irmãos.

Entretanto, como servir aos irmãos? Segundo o texto de hoje, servir aos irmãos é viver como esse servo fiel, que se alegra em cumprir sua missão, sem exigir privilégios. Esse ensinamento de Jesus nos ajuda a perceber que não  devemos fazer coisas para receber apoio, aprovação, promoção ou elogio, mas simplesmente porque nós  pertencemos a Deus!

Portanto, peçamos a Jesus que nos ajude a cultivar a fé que Ele nos deus, abundando nosso coração com a oração e semeando nele a paz, o perdão e as boas ações.

Pe. André Bressane de Oliveira, SJ
Fonte: Revista Mensageiro do Coração de Jesus